Brasil Não Irá à Etapa Australiana Da Copa Do Mundo De Ginástica

Depois de ter sediado há cerca de cinco meses a Olimpíada Rio-2016, em agosto, o Brasil não mandará qualquer representante à etapa da Austrália da Copa do Mundo de Ginástica, a ser disputada em Melbourne, de 22 a 25 de fevereiro. A informação foi passada na tarde desta terça-feira, pela assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Ginástica, a CBG. Ainda segundo a entidade nacional, não está prevista, por enquanto, a participação em quaisquer das etapas. Tudo isso vai depender da reunião de planejamento da CBG, que ainda não foi marcada.

A confederação estivera de recesso entre o fim de dezembro e os primeiros dias de janeiro, devido às festas de Natal e Ano Novo. Com isso, o primeiro encontro de dirigentes de 2017 acabou sendo adiado, e a programação para este ano segue indefinida. De qualquer forma, o Brasil não estará presente à competição australiana, que vai representar a abertura do calendário de ginástica olímpica da Federação Internacional de Ginástica, a FIG.

Ainda este ano, serão realizadas etapas de Copa do Mundo por aparelhos em Baku, no Azerbaijão, de 16 a 19 de março; Doha, Qatar, de 22 a 25 de março; e etapas de Copa do Mundo do individual geral a 4 de março, em Newark, nos EUA; 18 e 19 de março em Stuttgart; 8 de abril, em Londres, na Inglaterra; e 23 a 26 de novembro, na cidade alemã de Cottbus. É quase inimaginável que atletas brasileiros não estejam competindo.  

O evento mais importante da ginástica olimpica em 2017 vai ser o Campeonato Mundial, masculino e feminino, de 2 a 8 de outubro, na Arena de Montreal, no Canadá. O local é o mesmo onde, nos Jogos Olímpicos de 1976, a romena Nadia Comaneci, então com 14 anos, se tornou a primeira ginasta da história a obter uma nota 10, símbolo da apresentação perfeita.

Este ano, o Mundial não será classificatório para outra competição. A edição do ano que vem será em Doha, no Qatar, e a de 2019, que vai classificar para a  Olimpíada de Tóquio-2020, terá lugar na cidade alemã de Stuttgart, 

Ano passado, a atual presidente da CBG, Maria Luciene Cacho Resende, foi reeleita para dirigir a confederação até Tóquio-2020. Segundo ela, seu esporte representou bem o país na Rio-2016, não apenas pelas medalhas de prata de Arthur Zanetti e Diego Hypólito e pelo bronze de Arthur Nory (foto acima), tudo isso na ginástica artística, mas também pelos bons desempenhos em modalidades menos conhecidas do público brasileiro, como a ginástica rítmica e a de trampolim.


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Foto: divulgação