Fortalecimento Dos Ossos Melhora Qualidade De Vida Na 3a. Idade

Todos sabem que a atividade física contribui para a redução do risco de doenças cardiovasculares e a prevenção da obesidade. No entanto, a importância da atividade física na construção e manutenção de ossos saudáveis também é um benefício importante. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que entre 13% a 18% das mulheres e de 3% a 6% dos homens com mais de 50 anos têm osteoporose em todo o mundo. Para evitar o problema, é necessário começar os cuidados logo cedo. 

De acordo com Marcelo Terra, ortopedista e proprietário da academia 2 Spin, o exercício físico é importante para a construção de ossos fortes na juventude, sendo essencial para manter a resistência óssea ao longo dos anos. “Com o avançar da idade a massa óssea diminui devido a menor absorção do cálcio e o aumento da sua excreção pelo organismo. Além de práticas saudáveis, como banhos de sol e alimentação balanceada, praticar atividades físicas regularmente ajuda a promover a qualidade de vida a longo prazo, evitando sintomas como o cansaço, lentidão, quedas frequentes e fragilidade óssea”. 

Ao contrário do que muitos pensam, não é só a musculação que ajuda no fortalecimento ósseo, como explica Marcelo: “para alternar com a musculação, boas opções são a bicicleta e a yoga. A bicicleta ajuda a fortalecer as articulações, especialmente as dos joelhos, tornozelos e quadril, fortalecendo também os músculos das pernas e abdômen. Por sua vez, é a yoga trabalha força e equilíbrio, contribuindo para a melhora da postura, estabilidade e flexibilidade do corpo”

O especialista ainda indica que o ideal é que as atividades sejam realizadas cinco vezes por semana, de 45 a 60 minutos. “Durante duas vezes na semana indicamos o aeróbico. Nos dias restantes, o ideal é fazer exercícios de fortalecimento muscular. As atividades devem sempre ser acompanhados de um personal trainer com um programa de treinamento individualizado, respeitando sempre as características de cada um, suas necessidades, objetivos e, principalmente, suas limitações”, finaliza. 


A CRÍTICA

Saúde

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